sábado, 1 de setembro de 2012
Ganhar dinheiro fácil em casa
Como ganhar dinheiro com blogs
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Como ganhar dinheiro no Brasil
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Por isso, a grandes dificuldades de emprego, empregos existem, só que nem sempre aquela vaga pode ser ocupada, pela pessoa em questão. Muitas pessoas reclamam por falta de emprego, mas muitas vezes elas próprias não tem um grande conhecimento e isso pesa muito em uma eventual contratação. Mas 2008 está ai e com certeza será um ano iluminado.
Dinheiro rápido com a internet
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Para ganhar dinheiro em casa é preciso estabelecer horários para realizar seu trabalho, pois por muitas vezes a comodidade acaba prejudicando as nossas vidas, então se organize e aproveite uma destas ideias citadas acima.
8 maneiras de ganhar dinheiro gastando mais
São Paulo - Alguns gastos, quando bem pensados, perdem o caráter de despesa e podem se tornar verdadeiros investimentos. Gastar dinheiro com inteligência, além de evitar gastos inúteis, que podem causar grandes arrependimentos, pode trazer enormes retornos financeiros a curto e longo prazo.
A reportagem da EXAME.com selecionou oito dicas de gastos que, além de se pagarem, aida podem trazer lucros. Veja a seguir:
1) Vestir-se bem no trabalho
Uma pesquisa do site CarreeBuilder.com , um dos maiores sites de empregos dos Estados Unidos, revelou que 41% dos empregadores acreditam que pessoas que se vestem bem ou de maneira mais adequada ao ambiente profissional são promovidas com mais frequência do que outras.
Segundo a pesquisa, vestir-se bem pode ser mais importante em algumas áreas do que outras. No setor financeiro, 55% dos entrevistados disseram que quem se veste de maneira adequada tem mais chances de ser promovido e 51% dos respondentes do setor de vendas, contra 37% dos profissionais de TI.
Um outro estudo , encomendado pela Procter & Gamble e executado pela Harvard em parceira com a Boston University mostrou também que a maquiagem aumenta a percepção de confiabilidade e competência sobre a mulher no ambiente profissional. Em outras palavras, as pesquisas mostram que em matéria de vestimentas, em alguns casos, o caro pode sair muito barato.
O professor do presidente do Instituto Brasileiro de Finanças, Perícias e Cálculos (Ibrafin), Anísio Castelo Branco explica que alguns gastos, quando bem pensados, se revertem em investimentos. "Uma mulher, por exemplo, que percebe que ao comprar uma roupa terá uma grande satisfação pode aumentar a autoestima e, portanto, pode trazer retornos financeiros, então vale a pena comprar", comenta.
2) Aprimorar os investimentos
Apenas ganhar um bom salário não é sinônimo de enriquecemento, é preciso também saber como gastar, como poupar e como multiplicar a renda. Sobretudo no cenário atual, de queda nas taxas de juros, alguns investimentos como a poupança já não garantem mais um retorno tão vantajoso. Para obter as mesmas rentabilidades da época em que as taxas eram altas, novas formas de investimento devem ser pensadas.
Aplicações em Tesouro Direto, CDBs e fundos DI, já oferecem condições mais vantajosas que a poupança em alguns prazos. Até mesmo em um cenário de crise do mercado,aplicações em renda variável menos voláteis podem ser boas alternativas, como as ações quem pagam bons dividendos, os fundos imobiliários e os títulos e fundos de crédito privado.
E onde entra o gasto? Entra justamente na contratação de um consultor financeiro ou uma corretora para auxiliar a guiar os investimentos. Com a nova dinâmica de juros baixos, ampliar o patrimônio pode se tornar uma tarefa mais complexa e um olhar profissionalizado pode cair muito bem.
Tecnologia pode ajudar a ganhar tempo e reverter tempo livre ao trabalho, trazendo retornos
Boas Maneiras De Ganhar Dinheiro Em Casa
Boas maneiras de ganhar dinheiro em casa
Complemente sua renda com atividades que você pode fazer no conforto do seu lar. Ganhe até R$ 20,00 por hora
Por Lígia Menezes
Conteúdo do site VIVA!MAIS
Foto: Viva! Mais
QUITUTES PARA VENDER
Ofereça seus serviços em festas infantis, ou faça trufas, salgados e lanches para vender. Mantenha os equipamentos impecáveis, prenda os cabelos e prove o que faz para saber se está mesmo gostoso.
Cobre certo: some gastos com ingredientes com os fixos (transporte, luz e gás). Divida o total pelo rendimento da receita - o resultado será o custo unitário. Projete o quanto quer ter de lucro e inclua no total.
Cobre certo: some gastos com ingredientes com os fixos (transporte, luz e gás). Divida o total pelo rendimento da receita - o resultado será o custo unitário. Projete o quanto quer ter de lucro e inclua no total.
Neste Verão Invista No Blazer
Neste verão invista no blazer
Meninas, nesta temporada invistam no blazer! Mas nada daqueles que estávamos acostumadas para nos proteger do frio. No verão ele chega com tons calmos e tecidos leves, como linho e do algodão, nos deixando sofisticadas e cheias de estilos.
Para ficar fresquinha, até nos dias mais quentes, basta combinar a peça com bermuda ou saia. Uma dica é completar a produção com camisa de seda e mocassins. Chique né? Experimente com vestidos curtos ou ainda jogá-lo sobre os longos fluidos. Um show de moda e estilo!
Portanto, abuse do blazer de diferentes cores, como com as mangas dobradas ou casualmente enroladas, como esse da personagem Griselda (Lilia Cabral), da novela Fina Estampa – Rede Globo.
Aproveite as oportunidades em 2012
Atrair a riqueza
Não corra atrás do dinheiro. Se você for a melhor na sua área, ele vai até você. Palavras de Thomas Stanley e William Dankoum, autores do livro O Milionário Mora ao Lado (Manole). E nós sabemos que, para ser brilhante em uma atividade, é preciso estar apaixonada por ela. Quem trabalha no que gosta atrai o sucesso, porque se dedica mais, se envolve mais. Portanto, vale a pena fazer uma análise sincera do seu nível de satisfação com o que faz, prestando atenção em como se sente no domingo à noite, às vésperas de começar uma nova semana de luta. “Se não tem motivação, precisa identificar o motivo e traçar algum plano que resolva a questão”, alerta Ricardo Bevilacqua, headhunter. Talvez esteja vivendo um problema contornável: por exemplo, foi escalada para um projeto que não é a sua cara, e conversar com a equipe deverá ajudar. Agora, se perceber que aquele não é o seu lugar… “Escute seu coração e considere mudar para um emprego ou profissão em que possa usar todo o seu potencial”, orienta.
Fugir da autossabotagem
“Lembro-me de algumas estagiárias de telemarketing que chegavam roucas toda segunda-feira por causa das baladas nos finais de semana”, conta Kátia Ricardi de Abreu, psicóloga e consultora de empresas. “Como a voz era seu principal instrumento de trabalho, acabavam usando seu maior trunfo contra si mesmas.” O que ela quer dizer? Que muitas de nós agem exatamente assim na vida profissional, independentemente da área ou da função: boicotam-se, minam as próprias chances de subir na carreira e engordar o saldo no banco. É o caso da profissional autônoma que atrasa a entrega dos trabalhos, da médica que nunca retorna a ligação dos pacientes… Para saber se você tem se dado rasteiras, o caminho é encarar seus pontos fracos. “Nos processos seletivos, sempre pergunto aos candidatos em que poderiam melhorar”, diz a consultora, acrescentando que é uma forma de avaliar se são conscientes de suas deficiências. Paloma Riani, preparadora de elenco de atores, concorda com a estratégia. “Faço um trabalho de investigação interna com os atores e ajudo-os a enxergar as fraquezas”, exemplifica. “Assim, têm condições de superá-las.”
Saber (e fazer) o que deseja
Perguntar-se “Aonde quero chegar?” é fundamental para ter prosperidade. Veja se pretende ter seu próprio negócio, presidir uma empresa, ficar famosa… E avalie que características precisa desenvolver para isso, como liderança, aptidão para falar em público. Só não pare nessa fase de planejamento. A palavra-chave das pessoas bem-sucedidas é atitude. “Uma ideia, por si só, não tem valor intrínseco. Ela precisa ser acompanhada de ação”, alerta Robert Ringer no livro Nada Acontece Até Que Algo Se Mova (Best Seller).
Ampliar seu Mercado
Você é fera em algum idioma, em artesanato, em dança? Procure transformar seu hobby em negócio da China. Nem é preciso sair da sua área de atuação para expandir a renda. Basta ser criativa. Uma dentista, por exemplo, pode ganhar vários reais dando palestras sobre saúde bucal em escolas infantis. Mas, antes de ocupar seu precioso tempo, veja que benefício terá além do dinheiro extra. “Dar aulas de inglês nas horas vagas, por exemplo, ajuda a manter fluência na língua”, compara Bevilacqua. E a dentista atrairá novos clientes. Também tenha certeza de que se sentirá realizada fazendo isso. “Como levo jeito para customizar roupas, reservei os domingos para lucrar com a atividade”, diz Flávia Cerqueira, de São Paulo. “Mas ficava cansada e mal-humorada, e o projeto não vingou.”
Deixar sua estrela brilhar
Chame os holofotes para si, dando visibilidade às suas qualidades. Vale expressar suas idéias em reuniões, comentar com os superiores seus projetos para melhorar algo no setor, oferecer-se para ajudar colegas e clientes. “Se você entra no trabalho muda e sai calada, não mostra que se destaca da multidão”, alerta Bevilacqua. E, aqui, entra um item fundamental para usar 100% do seu poder de ganhar dinheiro: manter uma boa rede de relacionamentos. Quem faz networking tem mais chances de conseguir melhores clientes, pacientes, parcerias, cargos.
Quer saber como foi seu desempenho profissional em 2011? Então participe do teste do e veja se está no caminho certo!
Como Ficar Que Nem Eike Batista???
O dinheiro não é um valor
"Os 'valores' traduzidos em preços têm utilidade imediata, porém permanecem presos aos horizontes das preocupações imediatas"
Por Leandro Konder
Imagine que você acaba de chegar a um lugar onde pessoas conceituadas estão discutindo sobre economia e finanças. Imagine o que aconteceria se você dissesse:
- O dinheiro não é um valor.
Provavelmente, uma onda de protestos criaria enormes dificuldades para você argumentar em defesa da sua tese. Talvez você não consiga nem falar!
A palavra "valor" se presta a uma enorme confusão. Ela engloba tanto os chamados "valores" econômicos como os valores éticos, estéticos, filosóficos, religiosos, humanos em geral.
Economicamente, o valor se traduz no dinheiro. O dinheiro indica o preço, o que a mercadoria está valendo no momento da compra e venda.
O dinheiro é o equivalente universal na esfera das mercadorias. Ele tem desempenhado um papel historicamente importante, tem agilizado comércio, tem viabilizado acordos complexos.
Não tem sentido investir contra o dinheiro ou desprezá-lo. Ele contribui para medir o que precisa ser medido. Avaliações criteriosas dependem de instrumentos delicados e, muitas vezes, dependem da quantificação promovida pelo dinheiro.
O dinheiro chegou a se transformar, como observou Goethe no Fausto, numa espécie de Deus. A maioria das pessoas, implícita ou explicitamente, vice em função do dinheiro. Essa opção lhes parece tão "natural" que ela frequentemente se espantam quando outras possibilidades são evocadas.
Para o comum dos mortais, o dinheiro é o valor dos valores. Se paramos para pensar, entretanto, verificamos que as coisas são mais complicadas do que parecem.
O dinheiro remete sempre a algo quer você pode adquirir com ele, a algo que não é ele, a algo que está fora dele. O poder do dinheiro é grande, mas não é ilimitado. O mundo do dinheiro é o das circunstâncias, que são, por definição, relativas.
O mundo das coisas relativas é importantíssimo, é ineliminável da nossa existência humana. Mas não a esgota.
Todas as culturas, de todos os povos, ao que tudo indica, mostram que os seres humanos necessitam de valores de outro tipo: valores intrinsecamente qualitativos, vividos como absolutos.
Cada cultura faz suas escolhas a respeito do que sejam honestidade, sinceridade, coragem, tolerância, solidariedade, beleza e generosidade. E cada pesoa, em algum momento, faz sua própria avaliação das ações humanas à luz das virtudes e dos valores que nelas se expressam.
É claro que esses valores - éticos, estéticos, filosóficos, religiosos, humanos - também são relativizados quando são vividos, traduzidos em ações históricas. A hisatória modifica tudo, nada escapa a ela.
Tudo se transforma. O que conta, porém, é o modo como se realiza cada transformação. Existem movimentos que se esgotam, conscientemente, nas circunstâncias em que ocorrem; e existem mudanças que plantam ideias com a esperança de que algo delas venha a perdurar.
Se eu for ao encontro de um comerciante de quem quero comprar alguma coisa, é natural que eu leve dinheiro e procure gastá-lo conscientemente. Se quero vender um produto, procurarei obter um bom preço por ele. Seria uma rematada tolice, descuidar de gastos e despesas, ignorar os limites do orçamento, dilapidar perdulariamente o patrimônio,em nome de um discurso esnobe, romântico e demagógico, contra o dinheiro.
O problema não está no respeito à lógica da economia (ou, mais precisamente, das finanças) no território que lhe é próprio: o erro essencial está na aceitação de uma "geleia geral", que mistura os valores, dissolve os conceitos e mistura as ideias. "Valores" mensuráveis, circunstanciais, que tentam se fazer passar por valores essenciais, duradouros, tornam-se trapaceiros, impostores.
Os "valores" que podem ser traduzidos em preços têm uma indiscutível utilidade imediata, porém permanecem presos aos horizontes das preocupações imediatas. Causam graves distorções ideológicas e sérios danos morais, quando interferem no âmbito dos autênticos valores (sem aspas). Desrespeitam os valores humanos que não estão à venda.
A expansão exagerada dos domínios do dinheiro tende a impedir que os seres humanos reconheçam a demanda - diversificada mas permanente- dos valores que as culturas particulares vão tecendo e com os quais vai se constituindo uma expressão infinitamente universal da humanidade.
O dinheiro não substitui esses valores. E, quando se pretende usá-lo para substituí-los, ele os destrói.
Um exemplo disso se encontra na argumentação do personagem que dá título ao magnífico O sobrinho da Rameau, de Diderot. Quando procura convencer seu interlocutor de que o dinheiro podia ser o fundamento de todos os valores, o "sobrinho" só consegue demonstrar que essa convicção resulta em completa insensibilidade ética, em cinismo crasso. "O dinheiro é tudo. O resto, sem o dinheiro, não é nada".
As discussões atuais a respeito da solidariedade às vítimas do maremoto na Ásia nos fazem recordar esse texto literário de Diderot, que Goethe, Hegel, Marx e Freud consideravam uma obra-prima. O sobrinho de Rameau é uma clara demonstração de que, por mais importante que possa vir a ser, o dinheiro não é um valor.
Tragédia na Ásia
A "parcimônia" da ajuda do governo dos Estados Unidos às vítimas do maremoto na Ásia levou alguns dirigentes do Estado mais rico do mundo a desenvolver uma argumentação que girava em torno de números. Qual seria a cifra adequada à extensão da catástrofe? Como deveriam ser feitos os cálculos? Com base no número de mortos? E deveriam ser incluídos nos cálculos também os desaparecidos?
Foi constrangedor ver um funcionário da ONU tendo que puxar as orelhas do governo Bush. E foi mais constrangedor ainda ler depopis na manchete de um grande jornal norte-americano a autocrítica: "De fato, temos sido avarentos". Nas semanas que se seguiram, a doação aumentou, e um representante do Estado avarento admitiu que o governo Bush estava procurando melhorar sua imagem entre os mulçumanos.
Configurou-se, pois, uma situação criada por uma catástrofe natural, logo imposta como um desafio colossal a todos os que podiam intervir para evitar que a tragédia se alastrasse. Os olhos do mundo se fixaram, sobretudo, nos mais poderosos. Os norte-americanos se viram, de repente, no centro do palco.
Num primeiro momento, os indivíduos que haviam se tornado decisivos para ajuda às vítimas trataram de definir sua intervenção por meio de "valores" (dólares). Em seguida, o critério monetário foiu completado com conveniências políticas de imagem (propaganda).
Valores éticos, óbvios, de solidariedade humana, não apareceram no discurso das autoridades estadunidenses durante as primeiras semanas da calamidade.
Aparentemente, não foram considerados necessários. O que confirma o esvaziameno que estão sofrendo.
Cuide Melho Do Seu Dinheiro
Mesmo sem perceber, muitas mulheres estão cuidando mal das finanças. Ao colocar sempre a família em primeiro lugar, parar de sonhar e deixar que outros administrem os recursos financeiros, as mulheres estão correndo o risco de ficarem velhinhas com bem menos dinheiro que desejam. Para fugir desta armadilha, confira as dez maiores derrapadas que você pode cometer sem perceber e veja como mudar a rota de sua vida financeira.
1. Pensar mais nos filhos
Amar e cuidar são os pilares de qualquer família. Mas será mesmo necessário matricular os filhos na escola mais cara e oferecer a eles tantos cursos? Se isso significa sacrificar as economias que você poderia fazer para a sua aposentadoria privada, pense duas vezes. Ao agir assim, é provável que, quando parar de trabalhar, não tenha renda própria e passe a depender dos filhos. Para a financistaEliana Bussinger, autora do livro As Leis do Dinheiro para Mulheres (Editora Campus), essa postura pode causar conflitos familiares mais tarde. Pior ainda: transferir o próprio sustento para outras pessoas é sempre um grande risco.
2. Não saber dizer “não”
Qual é a sua reação quando uma amiga ou um parente pede dinheiro emprestado? Dá um jeito de quebrar o galho, não é? Para a psicóloga Lana Harari, a maioria das mulheres tem dificuldade em dizer “não” nessas situações. “Se você é rica e pode colaborar, ótimo. Senão, é melhor pesar se aquele valor vai lhe fazer falta e, se for o caso, avisar que não pode e pronto”, diz. Não precisa ficar oferecendo justificativas: o dinheiro é seu e você tem todo o direito de não emprestá-lo. Educadamente, diga apenas: “Sinto muito, mas não posso”.
3. Casar sem refletir bem antes
Vai casar? Parabéns. Mas, antes de assinar a certidão, vale a pena checar se o candidato a marido é um bom pagador e não tem dívidas. No regime de comunhão parcial de bens, o mais comum, em caso de separação – é triste, mas pode acontecer – tudo o que vocês possuem será dividido igualmente, inclusive as pendências financeiras. Se as dívidas foram feitas antes do casamento, o outro cônjuge não tem de pagar a metade delas nem os juros. “De todo modo, é preciso ver bem qual é o perfil financeiro dele”, avisa Eliana Bussinger. O alerta se aplica às uniões estáveis, em que, mesmo sem formalização em cartório, duas pessoas dividem o mesmo teto como casal.
4. Não pechinchar no banco
Que tal pedir para diminuir as taxas de administração e, assim, aumentar o retorno de seu investimento? “Os homens costumam fazer isso, mas as mulheres, não, até por inexperiência. Se você ficar quieta, instituição financeira nenhuma vai baixar o valor que cobra de sua conta”, diz Alexandra Almawi, gerente comercial.
5. Poupar só no fim do mês
O problema é que, aí, o dinheiro já acabou. A sugestão dos especialistas é separar uma quantia assim que receber o salário. Mesmo que você só disponha de 50 reais, já vale. “Seu dinheiro vai render, ainda que as aplicações mensais sejam mais tímidas”, garante Alexandra Almawi.
6. Contentar-se com pouco
Salário razoável, um bom cargo e colegas de trabalho cordiais. Parece tudo certo? Errado. “Não se contente com remunerações medianas se acredita que merece mais por sua experiência e qualificação”, alerta a psicóloga Lana Harari. “Peça aumento e, se não conseguir, tente melhorar a renda com atividades extras ou procure outro emprego”, recomenda.
7. Misturar os gastos
Um erro comum entre empresárias novatas é não separar custos menores da empresa – como almoços com clientes e tíquetes de estacionamento – das contas pessoais. Resultado: a empreendedora fica sem saber de fato quais são os gastos da companhia, o que atrapalha o cálculo do lucro, que é uma subtração entre o dinheiro que entra e o que sai. “Isso prejudica muito o planejamento financeiro e pode resultar em margens de lucro falsas”, diz Etel Tomas, administradora.
8. Não sonhar com bens materiais
“Nas palestras que dou, pergunto à audiência feminina com o que as mulheres sonham. Elas sempre respondem que querem que os filhos sejam felizes e que o marido continue amando-as. Bem diferente dos homens, que querem carro, casa etc.”, observa Eliana Bussinger. Os bens materiais fazem parte da vida, e, ao desejar conquistá-los, nos esforçamos para poupar, investir bem o que ganhamos e alcançar um objetivo. Portanto, nada de pensar apenas no amor e na paz mundial – isso é importante, mas não impede que você tenha desejos palpáveis.
9. Prender-se a mitos familiares
Muitas mulheres cansaram de ouvir quando pequenas e adolescentes frases como: “Você não pode ter tudo o que quer”, “Dinheiro não cresce em árvore” ou “Você precisa de um marido que lhe dê segurança”. Faz parte da cultura machista não acreditar que as moças podem se dar bem sem a presença de um homem”, diz a psicóloga Lana Harari. Mas o que valia para a sua mãe pode não ser bom para você. Procure se livrar de crenças familiares para definir o próprio caminho e prosperar, do seu jeito.
10. Delegar demais
Quem cuida da sua renda: você mesma, seu marido ou seu pai? “Grande parte das mulheres delega essa função, até porque está sempre superocupada com a casa, os filhos, o trabalho, cursos, cuidados pessoais etc. Mas nós é que temos que decidir como queremos que os nossos recursos cresçam. Afinal, somos adultas e independentes”, alerta Eliana Bussinger. Mesmo que seja casada, não deixe de pensar em como você gostaria que aquela sobra financeira fosse aplicada. Pesquise em sites, leia revistas especializadas e se informe ao máximo para tomar essa decisão. Claro que pode haver uma conta conjunta para gerir a vida da família, mas é essencial ter o próprio dinheiro e investi-lo bem, tomando as rédeas de seus recursos.
Destaque-se entre os milhões
Se você como muitos profissionais vai aproveitar a virada do ano para fazer mudanças na sua vida e quer dar um up grade na carreira, siga essas dicas e marque presença na Internet, consiga indicações e vire referência na sua área de atuação.
Não seja impessoal: ter um site para divulgar sua clínica, consultório ou portfólio é importante para ser encontrado. Entretanto, não adianta ter um ambiente impessoal, em que a divulgação é a única ferramenta da qual você dispõe. Uma rede onde aquelas pessoas que conhecem seu trabalho podem falar o que pensam sobre ele, impulsiona seu trabalho através da velha conhecida força do boca a boca. Vale conferir o Indike, que é uma rede de indicações totalmente gratuita.
Mostre conhecimentos: as redes sociais e blogs são uma ótima vitrine para divulgar seus conhecimentos sobre sua área de atuação e mostrar que você é pioneiro e antenado. Não só da sua profissão, mas também de seus hobbies. Imagine estar procurando por um bom consultor e ver que ele tem um blog bacana sobre customização? Ou uma nutricionista que escreve sobre corrida ou um advogado sobre aspectos jurídicos do futebol. Ser formador de opinião é uma maneira eficiente de fazer uma divulgação ainda menos impessoal.
Organize suas fontes: uma dica importante é manter a agenda de contatos em dia, seja de clientes, pacientes ou de bons profissionais que você conhece. Organize isso em um arquivo (vale até o velho caderninho) e atualize periodicamente, pois mesmo mudando de endereço isso é um patrimônio seu – e algo valiosíssimo na hora em que precisar de parcerias, de oferecer ou contratar serviços e manter o bom relacionamento em dia.
Não se esqueça da reputação digital: não adianta nada se apresentar como um profissional sério, mas acabar se expondo de forma irresponsável nos perfis da sua rede social. Imagine um advogado que deixa sua página no Twitter cheia de erros de português? Ou uma professora que expõe fotos em trajes mínimos no Facebook? Mas o equilíbrio não deve ser esquecido, pois quem se coloca de forma muito formal o tempo todo, deixa claro que não está sendo verdadeiro, o que é também visto com maus olho
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